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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Tenho um caderno. Ele é um pouco ameninado, um pouco infantil demais, um pouco exagerado na fofura e doçura que emana.
O caderno onde escrevo pequenos rabiscos que me são queridos. Não todos os rabiscos que assim mo são. Apenas alguns, os mais selectos, os mais íntimos, os mais preciosos. Uns acordes perdidos, umas palavras sentidas e pouco mais.
Sempre me senti, assim, atraída pelo mundo dos meus pensamentos e ente só, do que por um mundo de extroversão onde mostro o que penso e faço mais intimamente. Não, não poderia deixar que alguém o descobrisse e pudesse alguma vez ter a oportunidade para mos arruinar ou destruir. Jamais conseguiria superar o vexame disso. Jamais conseguiria ultrapassar tal humilhação, tal desamparo.
Esse caderno, apenas esse caderno os conhece.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Os meus maiores defeitos

Muita gente fala das suas qualidades e isso tudo.
Ora bem, num momento de clareza, vou falar dos meus defeitos.
Temos o da picuinhisse: sim, sou capaz de me preocupar pelo facto de, num trabalho, estar um 'e' fora do sítio, e de termos que fazer 1001 tarefas, e querer fazer tudo tãaaaaaaaaaaaao perfeito, que mais parece que o mundo vai acabar, porque todo o nanominimicropequenoeinvisível detalhe é importantíiiiiiiiiisimo. Yup, não é, mas, para mim, até um certo ponto, é.
O da preguicite aguda, quando os detalhes pequenos e grandes não importam. Simplesmente, faço tudo a 3 pancadas - mas com cuidado para ser um trabalho com conteúdo fidedigno (descuidada, mas nem tanto xD).
Também não me posso esquecer da minha querida bipolaridade: ah pois, querias que fosse calma todo o tempo? vidas, que eu no dia seguinte estou nervosa, cansada e ao mesmo tempo eléctrica.
E, também deveras importante, temos o 'drama queen': porque está associado ao picuinhisses e um sem o outro poderem existir, podiam, mas não fazia sentido, e é muito menos divertido ver uma pessoa, não digo a fazer um escândalo, mas a falar vezes sem conta, do mesmo, se não for porque o rodapé não fica ao centro ou porque falta uma referência bibliográfica.


Ah pois, se sem eles podia ser eu, poder podia, e era muito melhor... mas até que sou uma boa preparação para toda e qualquer pessoa que se cruze no meu caminho (ou não!)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Fim? Início? Logo se verá....

vai-se chorar e dizer que se sente falta... ou dizer alegremente "FÉRIAS!!!!"-é mais isso! xD SAUDADES? óbvio. mas também devemos, acima de tudo, sentir o momento com um sorriso e contentamento, sentir a liberdade e o término de mais um ciclo, o iniciar de uma nova etapa, mais um passo na nossa carreira, na nossa vida, num futuro Futuro. ADEUS? depende. se calhar, em certos aspectos, vamos contar que sim. mas, quando se diz adeus a algo, outra coisa virá para nos encher de novo a vida, não em tom de substituição, mas de mudança.


Agora: Básica 07/09 - as memoráveis e insatisfeitas cobaias(se não o fôssemos, arranjávamos outra coisa), foi memorável: os bons e maus momentos, amizades que vieram do nada, mas também "ódios" e quebras de relações, a intensidade com que se viveu o simples-mudanças de avaliações e rebelias-,grupos desfeitos ou perfeitos, a metade de nós pensar em mortes logo na 1º aula do 1º ano, às lágrimas de alegria, nervos, revolta e tristeza, o tão aclamado desemprego para onde supostamente vai TUDO!, porrr terrmos aulas onde dorrmíamos, rrríamos ou contávamos "porrtanto's" do prrrofessorrre, o estágio e excesso de trabalho para os ECTS das UC's, pelas ciências naturais/exactas/sociais/pedagogias e outras que tais/artes e motora,pelos horários-puzzle e turmas que nós entendemos, por mais n coisas más e boas que poderia nomear, mas ficava sem espaço, mas.... por muito "porreirito" que tenha sido, que se a licenciatura fique acabada este ano e um dia "algures" possamos realmente dizer "on my way to the canudo"!


Somos nós, sempre de complicómetro ligado! XD

quinta-feira, 16 de julho de 2009

E título?

Tenho a minha agenda mais ou menos para o preenchida com melhorias que não me apetece ir (com certas razões aqui imencionáveis sem denegrir a imagem de intervenientes da instituição de ensino onde me encontro matriculada).
As boas notícias são: anteontem acabei a colecção dos livros Adivinha o quanto gosto de ti.... (estação do ano) e a da Alana (pelo menos por enquanto) - estou satisfeitíssima com as mais recentes aquisições da minha biblioteca pessoal, mas ainda me faltam muitos mais títulos que almejo um dia adquirir (mas é devagar que longe se vai e, aos poucos, irei comprando um e outro livro infantil ou não); comprei três peças de roupa por 20€ - uma delas ainda sem promoção, tendo a túnica em questão custado 15€ - deixando, mais uma vez, claro que não gosto de roupa cara; por último, acabo de ter uma ideia para uma música - estou a pensar num saxofone, num violoncelo e numa guitarra.
Fora isto, ando "megamente" cheia de fome (é importante referir que comi há meia hora), o que me leva a crer que o meu estômago está directamente ligado ao intestino grosso por uma auto-estrada e a comida tem "via verde".
Creio que, em Setembro, irei participar num curso de formação em filosofia para crianças da Associação Portuguesa de Ética e Filosofia Prática, sendo os formadores o Dr. Alexandre Lemos e Dr. Eugénio Oliveira (dados sobre estes são sempre benvindos).
Last but not the least, mais uma amiga minha formada, Parabéns para ti CSC*!
*(Desculpa por parecer o nome de um partido político, mas há que preservar a tua identidade ^^'')


Eu sei que tenho desafios a responder, mas respondo-os assim quando der!
Beijo em vós!




(Em caso de dúvida relativamente a algum conteúdo do meu blog, contactem a autora, ou seja, eu mesma, via comentário. É a forma mais fácil de o fazerem e fica sempre bonito dizerem as coisas pela frente. Always keep your friends close and your ennemies closer. Todos os conteúdos da presente template foram por mim "tratados", por favor, não a "espalhem" sem a devida autorização do autor da mesma. Fico agradecida aos que lêem isto. Beijos!)

sábado, 4 de julho de 2009

Um pequeno excerto do meu mundo

Porque às tantas ficam a pensar que o vírus da má-língua me atingiu também a mim, eis que me deixo levar para mim mesma. Até ao meu mais ínfimo pedaço de ser, longe do exterior.
Não me sinto enervada, nem exteriormente nem aqui no interior, apenas determinada a seguir o que sinto. Sabem a sensação de se viver ao sabor dos outros? Onde não se concorda com os outros necessariamente, mas que, mesmo assim, eles nos guiam contra a vontade? Acabou, agora apenas se senta a minha figura no meio do campo, onde ninguém está a poluir as nuvens de pensamentos e o horizonte de ideias com projectos malvindos e estatísticas negativas. Se falhar, todos nós o fazemos, senão, não viveríamos a vida (esta não é só o bom, mas o mau também).
A relva transpira de emoções que se viram recalcadas e agora podem ser expressadas. A pureza dos sonhos nos riachos contidos contamina-me de serenidade e contentamento. Nunca se imaginaria que sermos livres traria tanta leveza ao nosso meio que estava cinza das acções dos outros e auto-destruição consequente.
Poderei descuidar-me durante o percurso pelos canteiros à beira mar (este campo está perto da praia) e tropeçar num resíduo cá deixado e prosseguirei com o passei; posso mesmo deitar um papel para o mar, mas saberei responder perante tal minha acção.
As decisões são minhas e as acarreto tal como as tomo, mas não vivo a vida de mais ninguém, afinal os meus gostos para sapatos são muito rígidos e limitados e é absolutamente contra meu parecer usar os dos outros (de germes bastam os meus que já são uma vasta imensidão). Isto não quer dizer que não ouça os restantes, mas sim que sou eu quem decide.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

E mais um ano lectivo

Andei a reflectir sobre este ano lectivo (que ainda tem as épocas de exame que vêm mas quase já não contam).
Este ano foi simplesmente para esquecer. Mas ainda muito está para vir, pressinto.
Aquele desassossego da alma (ou intuição?) típico dos momentos em que algo está a acontecer.

Porém, estou de férias. Não quero mais falar disso nem pensar. Forço-me para outras áreas.

E este belo tempo (ou não) que veio para ficar. As nuvens já se estendem por todo o céu e o calor permanece (e o Sol que queimou a minha pele também).
Só eu sei o quanto gosto de mangas compridas brancas com este tempo.
Amanhã tenho uma actuação numa EB 2 3 ou EB1 para os lados de Campo/Valbom. À noite. Trajada. A loucura....

Só tenho a esperança de vir a conseguir juntar imensos materiais didácticos esta semana e na próxima!


Beijinhos que volto em breve!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Quando o tempo é pouco e a imaginação demais

Às vezes, creio ser um bichinho que anda por aí. Anormal. Por muito que olhe e deambule pelos corredores, não vejo ninguém da minha espécie. Quando até acho alguém de outra espécie interessante, esse ser é que me despreza.
Fecho os olhos e acordo num mundo paralelo onde baixo é cima e o tecto, chão. Todos me miram como se fosse algo muito apelativo; quando tento aproximar-me deles, não lhes posso tocar, como fantasma fosse.
Será por tal que me miram? Será que eles é que são os fantasmas? Mas, se assim for, nada me impede de socializar com eles, o que nos difere é a nossa matéria, nada mais.
As minha palavras não se ouvem. Mexem os lábios, não consigo escutar.
Ao menos, no meu mundo original, poderia comunicar, aqui não, nem sentir a sua frieza ou calor. Estou só. Sinto-me só.
Choro, até enlamear o solo terroso. Escorrego. Caí. Eles riem-se. Decido-me. Sujo-me toda, mas lá me consigo levantar e sair de lá o mais rapidamente possível.
Cheguei a lado algum em específico, que algum local será.
Uma pequena floresta. Um raio de sol que perfura a escuridão arbórea.
Quedo-me de joelhos. Quero ir para o meu canto, para os meus corredores de solidão, mas com sensações.
Nada se sucede. Deixo as minhas costas caírem a toda a força.
Eis que me encontro no chão, estendida.
Há pessoas à volta.
Desmaiei, dizem.

Daqui a pouco volta ao que era antes.




sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Não é por nada....

Mas uma das minhas músicas favoritas é a Unwritten da Natasha Bedingfield
Coincidência?
Porque às vezes até me dá na gana para fazer este género de testes.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Quando entrar de férias

Responderei e verei todos os blogs das fantásticas pessoas que visitaram e deixaram o seu cunho neste cantinho.
De momento, como desde há dois meses e tal, ando com trabalhos, frequências (aquilo a que se poderá chamar exames em tempo de aulas), entre outros afazeres. Se consigo publicar aqui algo, é entre essas tarefas e mais outras - como o [pouco] tempo que tenho antes dos ensaios do (Fatastiquíssimo e Unicíssimo) Gristo Académico (não percam as nossas actuações que são o máximo, porque nós andamos por aí's :p) - que me deixam cansada.
Ora, eu, cansada, decido que não vou visitar os outros cantinhos, porque algo mal dito é pior do que ficar caladinha no meu sítio (e a linguagem escrita pode ser muito incompreendida, devido à ausência do factor "Prosódia").

Beijinhos e até breves

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Ano novo, novas resoluções

  • Dedicar-me mais aos trabalhos de grupo;
  • Estudar mais;
  • Aprender a noção de ritmo (ter falta de ritmo é algo muito grave quando se está num grupo académico....);
  • Aprender a tocar guitarra e assim outros instrumentos, se der (djembé, bongós, etc.);
  • Manter as prateleiras do meu armário arrumadas, durante mais do que um dia após a sua arrumação;
  • Executar todos os compromissos que marco na minha agenda, a não ser que algo de força maior os adie necessariamente ou os cumpra antes do prazo anotado;
  • Manter o 93 com bateria - a minha família sabe o porquê disto....
  • A acrescentar em futuras modificações/actualizações deste mesmo post.

domingo, 12 de outubro de 2008

A Alice é sazonal - aquilo a que muitos dirão "de luas" (sim, é verdade, sou muito inconstante e obstinada com o facto de tentar não o ser e o continuar a ser).
Quando essas mudanças de estação lhe dão para alterar o visual digamos que, 99,99% das vezes, têm consequências mais ou menos catastróficas para os que a rodeiam. Decidiu que o cabelo estava mau (e estava mesmo mau, opinião geral das pessoas cá de casa) e que tinha que ser cortado, mas que o queria com o mesmo comprimento (o que, das duas uma, ou resulta num corte muito estranho - como primeiro tinha resultado - ou se acaba por cortar o cabelo - o que acabou por acontecer). Ora, ela comprou um novo adereço para a sua crina ontem e o tal objecto penado, com o cabelo do tamanho actual, não lhe fica bem - e era uma prenda de anos! e ela namorou-o durante um mês a fio! e foi caro! e ela venerava-o e venera-o!, mas com o cabelo neste nojo existencial não! e não posso cortá-lo à rapadela? ao menos não tinha que olhar para o estúpido que fica mesmo com este corte! - e ela amuou....

E eis que me amuo a mim mesma.... vou pedir à minha mãe para ir ao cabeleireiro e corto-o ainda mais curto.... ao menos acabo com a minha integridade de vez (sim, o meu cabelo, embora lhe tenha um certo ódio, representa a minha integridade como mulher; daí que só o suje propositadamente em certas e determinadas ocasiões [molhá-lo com água limpa não afecta a integridade, só lhe dá um ar mais encaracolado, pelo que não me importo] e em ainda menos o deixe por lavar mais do que uns míseros e intermináveis minutos contáveis pelos dedos das mãos).



Lá se foi o belo de um domingo que, logo no seu início, se mascarou de segunda-feira, ao ter recebido uma mensagem onde me questionavam qual a sala onde iria ter aulas (confesso ter ficado estupefacta e assustada, mesmo depois de ter confirmado a data no relógio do telemóvel).... um domingo que se mascara de segunda-feira não é algo bom, pois não?
Bem, lá ficou ele piorzinho, coitado! Mas até gostei dele, até ao ponto da crise existencial sazonal com o cabelo....
Daqui a pouco vem a do complexo de solidão de novo e depois a "ai que não gosto de nenhuma da minha roupa".... tenho saudades da da inutilidade (" ai que não sirvo para nada e só desiludo e chateio e aborreço e só faço asneiras - mas nem sempre são intencionais, bem pelo contrário...!!").




Não, não tenho 19 anos, devo ter 1,9 anos, isso sim.




Agora em tom ainda mais sério. Ando a tentar - sublinhado, negrito, itálico em tentar - treinar para recusar cenas a pessoas que me custa fazer tal, e a tentar ser má sem motivos.... e a tentar não chorar por tudo e por nada e deixar de ser má pessoa e tentar ser Deus - ok ok, estou a exagerar. Talvez fosse melhor dizer aos outros "quem me suporta suporta, quem não o consegue fazer, mude-se ou ignore-me". Talvez fosse melhor investir antes na tolerância e os outros também investirem em tal.


Eu, sou eu,
Mas eu vivo com Outros e tenho que interagir com eles.
Por isso, mais vale não lhes dar (mais) motivos para me quererem dar um estalo ou afins.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Como uma guitarra sem cordas

Deveria estar a trabalhar neste momento. Fora isso que lhes tinha combinado.
Não o estou a fazer. Estou a aprender a tocar guitarra.
Estou a parar de aprender a tocar guitarra.
Estou demasiado concentrada nas palavras que me foram ditas.
A pouca autoridade que tinha, a pouca integridade que tinha, tiraste-ma.
Tiraste-me tudo.












Tão cedo não me falo.


Obrigada, ao menos amanhã não vais lá estar para me estragar o meu dia!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Egocentrismo total parte I

Olá. Aqui estou eu.
A pessoa mais teimosa, chata e egocêntrica do mundo.
A pessoa que não tem espaço entre o cérebro e a língua - ou, como ainda mais gente costuma dizer, entre o coração e a mesma. Digo o que sinto, sou naïve em demasia. Sei-lo.
Quem quiser que me mude. Não me consigo mudar se não me apontarem os defeitos (tom de sinceridade absoluta nesta última frase).
Mas não digo nem metade do que deveria ou poderia dizer.

Não prometo absolutamente mudar, mas vou tentá-lo.
Por vocês, mais ainda mais por mim.

domingo, 28 de setembro de 2008

Palavras

Este post não é apenas meu.
Suponho que todos nós temos uma palavra, pelo menos, pela qual nutrimos um carinho especial, mesmo que não seja a que mais utilizamos no dia-a-dia.
Pode ser também pelo significado desta que esta marca ou pelo sentido que esta possui para nós, estando unida a uma determinada memória ou momento da nossa vida.

Uma dessas palavras, para a minha pessoa, é Reminiscência, ou melhor, Réminiscence, já que prefiro a suavidade como soa em francês. É-me especial devido ao seu significado:

"do Lat. reminiscentia
s. f.,
o que se conserva na memória; recordação vaga; anamnese.
Filos.,
teoria da -: teoria defendida por Platão, segundo a qual todo e qualquer conhecimento é a lembrança de um estado anterior no qual a alma estava em contacto directo com as ideias."

No entanto, também há outras, como Lua/Lune/Luna/Moon, Sonho/Dream, Nostalgie, Saudade, entre outras, que guardo no coração.


Digam quais são as vossas palavras.... eu também as vou revelando!

domingo, 20 de julho de 2008

Férias

Porque não têm sido lá muitas.... também, ninguém me manda estar a fazer "melhorias" (creio que vão ser mais para o "piorias") às disciplinas em que é mais difícil subir a nota no meu curso: Gramática da Comunicação e Linguagem, Lógica e Comunicação (sim, sim parece que há um certo padrão por causa da "omunicação", mas garanto-vos que Gramática é mais Semiótica que outra coisa e Lógica é, bem, ainda não entendi muito bem o que é, mas talvez seja condição necessária e suficiente não comer nem dormir, para além de ter de gostar muito da "stôra" - quem a tiver, entende - para conseguir entender aquilo para ser bem sucedida no exame)....

Começo a reconhecer que estou numa fase inicial de uma loucura, uma vez que não me é possível parar de pensar incessantemente e concomitantemente nas matérias destas "Unidades Curriculares" (glossário: concomitantemente significa o mesmo que "em simultâneo", porque vocês não têm uma Joana que vos ensine coisas).

De facto, começo a arrepender-me ligeiramente, pois tenho, literalmente, estado na ESE estas últimas semanas - exceptuando o período de tempo durante o qual estive em Madrid - num non-stop de subir escadas, explicar, pedir esclarecimento de dúvidas e, acima de tudo, estudar.... é neste momento que vou levar a colchonette e começo a passar lá a viver.... tem chuveiros, bar, WC, biblioteca, etcetc, até colchões tem! Creio que mais não se poderia pedir.

Resumindo e concluindo, o que mais queria era ter melhores notas nos exames, pois ando-me a matar e a desdobrar em duas ou três para o conseguir.... Professores, já estava na altura de ligarem aquele fantástico medidor que realmente destacaria quem merece: o "esforçómetro"!




Agora, outros assuntos pendentes.

Gostaria de referir que o "Conto" (ainda não tenho um título para este, mas enfim) é totalmente da minha autoria e quaisquer erros ortográficos são pura distracção, devido ao cansaço (só tenho tempo de escrever às altas horas, ou quando arranjo um pequeno espacinho entre tarefas - por muito estúpido que possa parecer, nas férias não tenho o hábito de deixar de trabalhar, sobretudo no que trata de elaborar templates para blogues e afins, bem como tirar fotos, tendo máquina para o efeito, que não é o caso, de momento - e isso causa posts escritos à pressa, causando a um mispelling de algumas palavras (tais como que, que ficaria uqe ou euq) ou erros de sintaxe e ortografia) ou ignorância (sim, é verdade, não sei lá grande coisa de muita coisa, aliás, não sei nada de nada....nem quero que pensem que tudo sei, porque tal jamais poderia ser verdade.... sou apenas humana e gosto disso!).

Em adição, espero poder continuar a escrevê-lo ("de cabeça") e ter ideias para o fazer (sim sim, sei que escrever "de cabeça" não e bom porque, deste modo, poderei bloquear ou ter um mau enredo ou ficar sem ideias de como poderei manejar a história, ... contudo, maioritariamente, só consigo escrever assim). Também, não pretendo escrever um conto que seja a história da minha vida, apenas algo simples e que dê para imaginar um mundo de sonho.

Prometo que irei publicar histórias de terror que escrevi anteriormente....mas gostaria de manter a minha faceta "light" um pouco mais. Afinal a Alice não é apenas pseudo-angelical, é humana. Sou humana e todos temos pontos mais "dark", podemos é escondê-los ou dissimulá-los consoante os contextos onde nos inserimos.



Obrigada a Todos
(até a ti, que nem sabes que escrevo, felizmente)

terça-feira, 13 de maio de 2008

A Alice

A Alice está triste.

Ela tende a gerar muitas expectativas sobre as coisas - sobre todas as pequenas coisas. Depois, desilude-se, graças a ela mesma, porque colocou demasiadas expectativas em coisas que não valiam tal.
Ela pensa sempre que as coisas são melhores do que realmente são, pensa que as pessoas podem ser realmente boas. Depois, fica triste.
Diz-se estranho, ficar desiludida - há quem diga que as desilusões advêm de coisas que com as quais já estamos familiarizadas, que o ideal, neste contexto seria dizer desapontamento, desengano, no máximo - mas não, ela fica mesmo desiludida, porque ela julga sempre as pessoas pelo seu melhor, julga sempre as coisas pelas suas boas qualidades. Tende a estar de braços abertos para toda a gente. Mas, por isso, irão surgir os desencantamentos do mundo maravilhoso que formou nos seus pensamentos.
E cai. E fica em pedacinhos pequeninos. E chora. Chora muito - interiormente. Odeia-se por isso.
Depois, volta a ver as coisas belas do mundo. Não o consegue evitar - afinal, quem é odiosa é ela e não o resto porque ela é quem coloca as demasiadas expectativas nos outros (e mesmo em si também o faz).

E depois, fica alegre, muito alegre e cheia de fantasia. Até a tragédia recomeçar.


É o ciclo da Neverland onde a Alice habita.... e ela não quer habitar outro sítio se não este, porque este é o mundo com o qual ela está sempre a aprender.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Quem és tu?

Quem és tu e porque me ignoras?

Quem és tu, quem me ignora, mas também me protege?

Quem és tu, meu anjo protector tão distante?

Quem és tu, tu que manténs distância, contudo também deixas essa barreira?

Quem és tu, que só consegue manter a barreira da distância por momentos, para depois ser muito próximo?

Quem és tu, tu que se calhar consegues achar o meu caminho?

Quem és tu, minha estrela-guia que nem sabe quem sou?

Quem és tu, que me desconhece mas ao mesmo tempo me compreende como se fosses eu?

Quem és tu, quem és tu e quem sou eu?





Se algum dia leres isto, fico-te grata por tudo,
mas também gostava de ter uma conversa séria contigo

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Reviver I

Tento pensar no que estaria a fazer há um ano.
Sei que, por esta altura, também perto da Queima (Porto allez allez), a música da voga era "Eu sei" das novela da noite Páginas da Vida..
Estava em processo de mudanças, não no sentido mais metafórico da expressão, mas no mais literal.
Mas também estava em mudanças, em processo de experimentação de coisas boas e más.
As boas enriqueceram-me muito, e as más também. As más ensinaram que há coisas que realmente nem deveriam existir e que tentarei ao máximo nunca as fazer, detesto cinismos e crueldades. Quando tenho algo a fazer ou dizer, parto para a acção, sou sincera no que faço, custe o que custar.
Depois acabarei de escrever este texto que nunca ficará acabado.

sábado, 19 de abril de 2008

O medo da desilusão

Ontem, sim, ontem vi que tinha um e-mail da Blogger a dizer que havia um novo comentário por publicar no blog.
Qual não é o meu espanto quando reparei de quem era esse comentário - era da Ragazza (sim, da mesma Ragazza que leio todo o santo mês desde os meus catorze anos).
Mas, o melhor e mais imprevisível é que referia que fui escolhida como a carta estrela da mailbox do mês de Junho.

Isto fez-me pensar no propósito com que fundei este blog.
Já tive outros blogs, é verdade, mas escrevia com o meu nome real: S.R.G.S. .
Aqui sou uma incógnita, como aquelas da matemática, onde tanto "x" pode significar rebuçados como um número - que é um conceito meramente abstracto. Sou a Alice in Neverland, que talvez seja apenas uma das imensas personagens da S., mas que também pode ser a verdadeira S., a S. que muito poucos conhecem na realidade. Nem eu sei.

Algum dia poderei sabê-lo, se calhar nunca o saberei, mas de algo tenho a certeza: a Alice in Neverland sempre serei [não só por nome "carinhoso" de Alice e por causa da amizade com uma "Tinkerbell", uma vez que, na realidade, me sinto mesmo como a Alice, mas na Neverland (no sentido em que não quero crescer e por pensar que tudo, até o mais pequeno ser ou pedrinha, tem uma beleza inesgotável por ser ao mesmo tempo tão diferente e parecido à minha pessoa - nada é eterno)].




Nunca pensei que isto fosse alguma vez acontecer,
essa não era a intenção do blog.
Fico-vos imensamente grata e espero nunca vos desiludir,
uma vez que sinto algum medo que tal aconteça -
- sei que cometo erros, que tais erros podem
desiludir-vos, por isso tenho medo.
Mas sou humana, espero que o entendam
caso tal aconteça.




Fico muito grata,



quinta-feira, 17 de abril de 2008

Alice in Neverland - O Blog

Quando fundei, abri, iniciei o Alice in Neverland, nunca pensei que este fosse alguma vez lido por alguém, quanto mais receber comentários assiduamente.

Nunca pensei que chamassem a este blog de filosófico/"pensador", nunca o pensei em fazer.
Podem só ter passados meses, mas tenho a sensação de que passaram anos, não sei bem porquê, talvez pelo turbilhão de emoções, de vivências e aprendizagens. Talvez porque estive esta semana em estágio e seja bem praxada - de modos que o tempo fica todo ocupado pelos estudos/estágio e "praxes"[aquelas coisinhas fofas e esquisitas que me pedem para fazer].

Diz-se que na Praxe não se agradece. Digo em Praxe "Obrigada". Mas só quando estou verdadeiramente grata e me tocam o coração, porque realmente me sinto obrigada a explicitar o sentimento de gratidão.

Diz-se que na Praxe não se pede desculpa. Digo em Praxe "Desculpe" [aos superiores é "Excelentíssimo Veterano/Doutor...."]. Peço desculpas porque há erros que não consigo evitar ou não consigo deixar de demonstrar o quão arrependida estou de ter cometido um erro.

E tudo isto para Vos dizer que estou muito grata por todo o vosso apoio, por me estarem a ler - alguém que se intitula de Alice in Neverland [um dia direi tudo, mas já disse mais nas entrelinhas do que o que penso] - e que peço desculpas se algum dia magooei algum de vós ou vos desiludi.




Sem vós, não seria o mesmo