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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Tenho um caderno. Ele é um pouco ameninado, um pouco infantil demais, um pouco exagerado na fofura e doçura que emana.
O caderno onde escrevo pequenos rabiscos que me são queridos. Não todos os rabiscos que assim mo são. Apenas alguns, os mais selectos, os mais íntimos, os mais preciosos. Uns acordes perdidos, umas palavras sentidas e pouco mais.
Sempre me senti, assim, atraída pelo mundo dos meus pensamentos e ente só, do que por um mundo de extroversão onde mostro o que penso e faço mais intimamente. Não, não poderia deixar que alguém o descobrisse e pudesse alguma vez ter a oportunidade para mos arruinar ou destruir. Jamais conseguiria superar o vexame disso. Jamais conseguiria ultrapassar tal humilhação, tal desamparo.
Esse caderno, apenas esse caderno os conhece.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Aos seguidores (aqueles coitados que apanham comigo e com os meus sentimentalismos)....

Senhoras e Senhores seguidores (sinto muito, mas, por vezes, a desculpa da ordem alfabética é muito conveniente para colocar as coisas como quero, e, neste caso, onde creio que as mulheres são quem mais me lê, não poderia ser mais conveniente),

neste momento são vinte! Duas dúzias! Duas dezenas! Imensos, para quem passou meses sem uma única alma a interessar-se pelo blog.
Agradeço-vos do fundo do coração a companhia neste meu cantinho que tão abandonado está, mas que ainda vejo com muito carinho.

Assim sendo, penso que merecem uma actualização. Primeiramente, estou ainda em fase de candidaturas a mestrados, o que me tem trazido um quanto baste de desespero - aparentemente só escrevo/comunico para um 15 e estou quase quase a cortar os pulsos. Em adição, não somente não sou correspondida, como também ele é (correspondido). É de rir até virem as lágrimas aos olhos, não acham? ...a parte do chorar, por acaso, tenho a certeza que foi e é. Ironias da vida, mas é o que se tem.
Não me vou alongar mais, senão isto torna-se demasiado lamechas.


Over and Out,
apenas-em-alcunha-Alice

domingo, 22 de agosto de 2010

sonhar

sonhar é contar histórias que ainda não se conhecem. 
Phillipe Lechermeier in Princesas esquecidas ou desconhecidas...

Sempre sonhei muito, ultimamente cada vez mais.Sonho com a possibilidade de entrar no mestrado (em qual e onde, sonho como todas as hipóteses se traduziriam num hipotético dia-a-dia). Sonho com possíveis amizades e afins. Sonho Sonho Sonho.
Cada vez mais alto e mais acordada.
Sonho tanto quanto medo do futuro possuo neste momento. E isso (ainda) é uma quantidade considerável.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Dead ends

Lembro-me do cheiro, das expressões faciais, de tudo. Tudo....

mas, certamente, não se lembrará de mim assim.... 100% certamente.



Vou só ali ao lado bater com a cabeça em algumas paredes!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Fim? Início? Logo se verá....

vai-se chorar e dizer que se sente falta... ou dizer alegremente "FÉRIAS!!!!"-é mais isso! xD SAUDADES? óbvio. mas também devemos, acima de tudo, sentir o momento com um sorriso e contentamento, sentir a liberdade e o término de mais um ciclo, o iniciar de uma nova etapa, mais um passo na nossa carreira, na nossa vida, num futuro Futuro. ADEUS? depende. se calhar, em certos aspectos, vamos contar que sim. mas, quando se diz adeus a algo, outra coisa virá para nos encher de novo a vida, não em tom de substituição, mas de mudança.


Agora: Básica 07/09 - as memoráveis e insatisfeitas cobaias(se não o fôssemos, arranjávamos outra coisa), foi memorável: os bons e maus momentos, amizades que vieram do nada, mas também "ódios" e quebras de relações, a intensidade com que se viveu o simples-mudanças de avaliações e rebelias-,grupos desfeitos ou perfeitos, a metade de nós pensar em mortes logo na 1º aula do 1º ano, às lágrimas de alegria, nervos, revolta e tristeza, o tão aclamado desemprego para onde supostamente vai TUDO!, porrr terrmos aulas onde dorrmíamos, rrríamos ou contávamos "porrtanto's" do prrrofessorrre, o estágio e excesso de trabalho para os ECTS das UC's, pelas ciências naturais/exactas/sociais/pedagogias e outras que tais/artes e motora,pelos horários-puzzle e turmas que nós entendemos, por mais n coisas más e boas que poderia nomear, mas ficava sem espaço, mas.... por muito "porreirito" que tenha sido, que se a licenciatura fique acabada este ano e um dia "algures" possamos realmente dizer "on my way to the canudo"!


Somos nós, sempre de complicómetro ligado! XD

quinta-feira, 25 de março de 2010

Era ser faltosa

Sabem aqueles dias em que mais valia ter ficado na cama enroladinha?


Sinto que já não há nada a sentir.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Se eu fosse a falar, ia soar muito maníaco-depressiva

domingo, 22 de novembro de 2009

Tenho que vos mostrar a coisa mai'lindaaa


Creio que nunca vos apresentei a minha guitarra linda e maravilhosa. E preta (sempre tive uma queda para o escuro). E folk (o que é bom e mau ao mesmo tempo: óptima para corridos e barras dolorosa para dedilhados).
A mais cobiçada lá do sítio, sem dúvida xP
Miss guitarra 2009! =D
(A minha é "filha" da da Madrinha : P)


Mais profunda, agora:
Ai que melancolia, simpática e confortável, mas, mesmo assim, melancolia.
Tenho vontade de agir e só dá para parar e ficar a ver o tempo passar.
Enfim, dizem que é da chuva. E a chuva não me faz disto.
Ai ai.

domingo, 4 de outubro de 2009

Outono

Eis que posso dizer, pela primeira vez em muito tempo: chegou o Outono!
Não está frio mesmo frio, apenas ameno, com uma chuva suave e certinha (que tanto me agrada, para poder andar de guarda-chuva e conseguir, de facto, abrigar-me).
A chegada do Outono é um dos meus momentos no ano. Não apenas porque nasci neste, mesmo que não o tivesse esta permaneceria a minha estação. Enche-me a alma a sua solidão amigável contida na chuva mansa e clima ameno que afasta as multidões da rua e me deixa pensar mantendo um calor confortável para não congelar nem sufocar. A beleza das cores que embora se manifestem sob a morte de elementos naturais (estes não deixam de conter uma certa promessa de que voltarão a viver). A melodia da chuva em sintonia com o meu coração e o meu respirar.
Como o único amigo que sempre tive e ao qual sou igual.
Mal posso esperar para poder sair à rua, debaixo de um guarda-chuva e da gabardina, deambulando por sítios incertos sem destino definido. Apenas pensando. Apenas conversando sem vós contigo. Em simbiose constante. Ninguém nos importuna nem parece sequer perto de pensar que amizade contigo travo e mantenho.
Eles preferem o Verão ou a Primavera. Não compreendem a tua personalidade. A tua verdadeira alma. Será que é da imprevisibilidade? Só sei que sou igual a ti. Sou uma típica "de Outono", já o meu mês te reflecte, Outubro, Outono, Outubro.
Sou tua e sempre serei, Outono, minha Estação da Alma.


Ai que bom ouvir a chuva Outonal!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Tudo ou nada

Neste momento, escrevo palavras sem sentido que se escrevem a elas mesmas sem eu me aperceber.
Todos temos o direito de errar todos temos o direito de acertar todos vivemos alguns momentos determinados das nossas vidas de forma muito intensa, mas tal não representa necessariamente a sua importância. Damos importância aos momentos que estão repletos de simbolismos podendo ser caracterizados pela sua serenidade ou não. O simbolismo do que os preenche é que nos interessa. É a única coisa nesse onde podemos realmente interferir sem interferir realmente: uma rosa amarela poderá ter o mesmo significado que um simples sorriso ou até mesmo que um carro topo de gama e um castelo aparentemente de conto de fadas.
Dou voltas ao que penso mas nada começa a ter sentido. Está tudo amontoado. E em simultâneo.
Sabem a sensação de estarmos naquela rua mais do que movimentada e populada? A sensação de se parar no meio da rua e todo o resto daquele pequeno mundo continuar em ávida actividade? De parecermos os nossos mesmos espectadores e actores principais? Não controlo os pensamentos mas estes são meus, porém não os consigo organizar e mantê-los nos seus locais, no entanto estes desaparecerão quando eu desaparecer.
Quem e onde és tu? Porque dizem características que referem como tuas se não crês que as tens? Porquê isto, aquilo ou ainda isso? Porque não? Porque sim. Quero dormir! Vai! Não me apetece. Santa preguiça que tens! Eu sei…. Dizes sempre que sabes, mas não sabes nada, os outros sabem muito mais que tu em tudo. C’est vrai. Uhuh, outra vez no armanço, isto está a ser bem encaminhado.
Revivo os momentos nos quais me deixava boiar nas águas da piscina e, se o momento assim proporcionasse, olharia para o tecto repleto de luz do reflexo aquático do sol. Sem sentir calor ou frio aparentes mesmo tendo tido anteriormente noção que a água e o ambiente contrastavam na temperatura. Sinto o tempo parar nestes breves momentos efémeros. Como se toda a minha alma se concentrasse ali, num corpo sem o estar realmente a comandar, sendo ela a protagonista e a única que importa. Mais nada. Mais ninguém. Só ela. Límpida e clara. Leve, leva-me. Acordo, olho o relógio. Acabou o Sonho.
E se agora saltasse para o mundo das Fantasias? Ora, imagino-me com roupas um pouco antigas e um guarda-chuva. Supercalifragilisticexpialidocious digo a tentar ridicularizar o resto das pessoas que vivem de forma dita “quadrada”.
Mas não a viveremos todos? Se calhar no outro lado do mundo alguém pensaria que o meu estilo de vida é desse modo e eu pensarei o mesmo do dele. Ou mesmo o nosso vizinho do lado ou de quarto. É a relatividade dos factos. O único facto anteriormente presente é que vivemos. O resto somos nós que damos juízos relativos. Até para nós mesmos. Passamos de zero a herói num mesmo dia, num ápice, num nano-micro-mini-segundo. Somos e não somos em simultâneo de momento para momento, pois não sabemos qual o resultado final nem no momento. Mas tudo isto que acabo de referir é muito relativo. E incerto. Sem verdade ou falsidade.
As palavras, contudo, jamais poderão traduzir exactamente nem a milésima parte do que poderia ser transmitido. Nem eu.
--
Agradeço todos os mimos que me têm dado. Alguns não adicionei ainda ao Slide, mas fa-lo-ei brevemente.

sábado, 11 de julho de 2009

Simplicity & Harmony

It's a chase for simplicity.

Há muito que não sinto tanta paz interior real. Como se, embora os pontos não estejam todos colocados nos "is", fosse superior a tudo isso. Quase como uma nuvem que viaja num plano acima ao da Terra.
Ainda tenho mais um "pouco" de trabalho/estudo pela frente, mas tal não me inquieta, não pioro.
Estava frustrada quanto à minha presença no Gristo, ontem decidi. Não posso continuar estando ele neste "estado de arte". Decerto os outros caloiros conseguirão sem mim passar para o outro lado.
Aprecio a simplicidade do momento ouvindo música dos Lamb e The Gift. Não são os meus favoritos - nem de longe - mas enquadram-se no momento. Diria que esta está intimamente ligada à tranquilidade e serenidade. Nas nossas origens tudo era natural e complexamente simples e não havia vestígios do stress exagerado dos dias de hoje. A nossa natureza é simples, embora como complexos que somos a tenhamos que elaborar mais para agradar mais os olhos dos outros que propriamente as nossas raízes, que visam a serenidade e harmonia interiores.

Que este estado muito dure.


Em breve continuarei os desafios que deixei para trás, mas não esqueci.


sexta-feira, 3 de julho de 2009

Estupidamente Sordidamente Estagnados

Estou de volta, é verdade, estou no considerado período de interrupções lectivas onde, quem os fará, terá exames. Penso eu, que passei a tudo e estou demasiado cansada para ir a melhorias. Também, para quê? Para ir a melhoria a um exame que vai ser corrigido pelo tio de uma prof que se pudesse me reprovava sem justificações? Tenho mais onde gastar o dinheiro!
Sim, a ESE é mesmo assim. E muito mais. Ando mesmo desanimada com isto, porque até noutros contextos nela inseridos me sinto totalmente desmotivada, mas isto já vem de longe, só que começo por renegar e quando me aproximo do meu limite, deixo ainda o fio esticar um pouco mais até este rebentar de vez. O que aconteceu esta quarta.
Do início. Ele é estar uma hora à espera a fazer pouco ou nenhum de útil. Ele são noites nas quais se podia estar num belo de um café com amigos e se escolhe perder - é mesmo este o termo - para estar com pessoas que por acaso até se vêem todas as semanas e outras todos os dias, sendo que se fica a falar como da nossa vidinha degradante (para isso mais vale um amigo porque eles sabem em qual das partes destas pode pegar para fazer uma piada e mudar o espírito todo da coisa). Sim sim, é que adoro não jantar com a minha família para às nove da noite estar num sítio onde 99% do tempo até às dez não vai ser rentabilizado minimamente e sempre era mais cómodo estar sentada num sofá a ver o House ou mesmo no PC a escrever mal da vida dos outros ou a gozar da novela em que me meti (sim, porque é indecente dizer que isto faço é que o digo, sofro de sinceritatis agudis nalgumas situações e não sei pensar-falar, só falar-pensar).
Ah, na melhor das hipóteses (e estou a ser irónica) pode ser que a minha guitarra vá parar às mãos de alguém com quem estou puramente de relações cortadas, e que se diz(em) ser nosso(s) padrinho(s). Pah, se o tudo bem, acredito, aliás, com as nhiquices todas que "fazemos" questão de fazer/dizer, só pode. Mas se eles nos consideram afilhad@s aí já é qualquer coisa diferente.
É mesmo giro estar a dizer isto tudo numa só rabanada. Mas o mais estranho é que já estou calma há imenso tempo quanto a isto tudo, porque começou a gerar-se um puro sentimento de repulsa quando pensava que ia para o raio de um ensaio (é de frisar que adorei faltar, pode ter sido para trabalhar, mas soube mesmo bem, quem me dera que assim continuasse).
Agora, parece que vou ter um café contrariado algures para a semana. Ora vamos ver: segunda, não posso (personal things); terça e quarta, não posso, ando num atelier de Física (btw o Tó "é mesmo fofinho" - Yellow concordo contigo xD). E contrariado porque já não me apetece dar justificações da minha vida a ninguém, já as dei demasiado.
Estou numa fase em que vejo certas coisas como estupidez, porque este ano fui exposta e expus-me em demasia e estou farta de que as pessoas me ouçam a queixar, porque estou farta de dizer que tenho mesmo que sair ou ir a não sei onde.
Há uma coisa que se chama o direito à privacidade. E depois ainda apanho na cabeça e desço na consideração das pessoas por causa de tal? Opah, como já alguém dizia habemmus pena.
Não estou desanimada da vida, apenas está na altura de ser eu a tomar rédeas desta para poder dormir descansada e não acumular até me fartar.
Sim, porque se for preciso, arrepender-me-ei sempre mais de ter desistido do Hip Hop, que foi mais por incompatibilidade de horários que disto, porque está uma palhaçada descomunal e estagnação é um atributo demasiado positivo, porque decomposto já está, só falta mesmo o enterro. Pah, ao menos que acabem com isto já, assim ainda acaba com alguma "glória" porque pode ser que para o ano as figuras ainda sejam piores. Mas o erro que se vê no grupo de danças latinas de SMI vai ser visível noutro local, pressinto-o.

Depois virá um texto mais simpático, espero. Precisava comunicar isto. Para não estranharem o porquê do palavreado contra a ESE. Porque, se forem docentes lá, pode ser que até espancar alunos possam (já faltou mais) que são desculpados por "ser jovens e inexperientes". Se assim são, que não vão dar aulas ao superior, para começar, e, depois, posso copiar nos testes e ser apanhada que começo a usar como argumento que devo ser avaliada na mesma "porque sou jovem e inexperiente e foi com boas intenções que o fiz [passar de ano com boa média é uma boa intenção]" e não podem argumentar nada contra.

É tudo uma palhaçada. E o pior é que já lhes está tão entranhado que não vai desaparecer nem ser dissimulado, porque não conseguem. E dizia-lhes na cara (em parte é o que vou fazer algures durante o tal café que mais me parece um daqueles exames que se tenta responder a uma questão mesmo já sabendo que se reprova à mesma). Só posso dizer que errei, mas vocês também andam muito mal enganados se pensam que andam no éden, é preciso tentar ver da perspectiva de quem está fora.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Quando o tempo é pouco e a imaginação demais

Às vezes, creio ser um bichinho que anda por aí. Anormal. Por muito que olhe e deambule pelos corredores, não vejo ninguém da minha espécie. Quando até acho alguém de outra espécie interessante, esse ser é que me despreza.
Fecho os olhos e acordo num mundo paralelo onde baixo é cima e o tecto, chão. Todos me miram como se fosse algo muito apelativo; quando tento aproximar-me deles, não lhes posso tocar, como fantasma fosse.
Será por tal que me miram? Será que eles é que são os fantasmas? Mas, se assim for, nada me impede de socializar com eles, o que nos difere é a nossa matéria, nada mais.
As minha palavras não se ouvem. Mexem os lábios, não consigo escutar.
Ao menos, no meu mundo original, poderia comunicar, aqui não, nem sentir a sua frieza ou calor. Estou só. Sinto-me só.
Choro, até enlamear o solo terroso. Escorrego. Caí. Eles riem-se. Decido-me. Sujo-me toda, mas lá me consigo levantar e sair de lá o mais rapidamente possível.
Cheguei a lado algum em específico, que algum local será.
Uma pequena floresta. Um raio de sol que perfura a escuridão arbórea.
Quedo-me de joelhos. Quero ir para o meu canto, para os meus corredores de solidão, mas com sensações.
Nada se sucede. Deixo as minhas costas caírem a toda a força.
Eis que me encontro no chão, estendida.
Há pessoas à volta.
Desmaiei, dizem.

Daqui a pouco volta ao que era antes.




quarta-feira, 18 de março de 2009

Complicómetro

Ando numa fase um pouco complicada, com o estágio que se baseia em propostas para duas intervenções pontuais, mas que deve focar-se quer em instituições de educação formais quer em não-formais, com os trabalhos, com as frequências que já estão aí á porta.... mas, o mais cansativo ainda são as desavenças.
Já é tido como adquirido que eu sou inocente ça suffit para crer que tudo se resolve dizendo tudo - mentira, óbvio. Agora, deixei de o fazer. Se há elementos que chocam com outros, fico do lado de quem sei que é meu amigo - intrigas para quê? para ganhar "amigos" que não passam de um monte de falsidades? mais vale nem os ter. Enfim....
Bem, agora só posso esperar ficar bem informada sobre Pedagogia e Educação Social, porqeu acho que vou precisar muito disso....
p.s.- Sabia que janela vem do latim "janua"(porta) com "ella"(sufixo modificador que expressa pequenez)? logo, as janelas são, literalmente, pequenas portas. E os portais das igrejas realmente estão de acordo com as outras janelas, pois ambas têm como origem palavras cujo significado é Porta.
À biêntot

sexta-feira, 6 de março de 2009

Oh brother!

Vi este desafio no Blog da Uma Sonhadora.


O desafio consiste em dizer 9 coisas a nosso respeito, sendo que 3 são mentira. Depois é suposto tentarem adivinhar quais são mentira, para quem tiver tempo e lhe apetecer. E por fim passar o desafio a mais 9 pessoas. Aqui vão as minhas verdades e mentiras:

1. Tenho dotes para o canto.
2. Amo Matemática.
3. Gosto imenso de comidas com peixe.
4. Tenho um feitio "de gancho".
5. Fico muito nervosa quando tenho que fazer algo que me exponha publicamente.
6. Uso o cabelo quase sempre apanhado.
7. Gosto de ir ao dentista.
8. Se não dormir reajo muito bem.
9. Já fiz histórias de terror.


Quem o quiser fazer, está livre! Não quero nomear vítimas :P
Dentro de pouco tempo revelarei os resultados x)


Não sei como hei-de contar tudo o que se passou nos últimos dias. Vou apenas falar de Teoria da Educação, porque estou realmente a gostar desta Unidade Curricular, apesar de crer que me vou "enterrar" na frequência (e/)ou nos trabalhos.
Sucintamente, na aula de Teoria da Educação, estivemos a falar do caos que o Universo é e da aparente ordem que tentamos fabricar, a partir dos conhecimentos que possuímos. Assim, toda e qualquer teoria que formulemos dará um resultado temporário e, por isso, nunca serão verdades absolutas.
Em suma, nós estamos num mundo de caos que controla a nossa aparente ordem, por nós fabricada.
Ah, é importante também referir que somos irmãos das minhocas, das flores, das toupeiras, de tudo, até das cadeiras e mesas, embora um pouco mais distantes. Todos nós nascemos dos átomos de uma mesma estrela que explodiu (ou assim se crê), mas, o que importa, é que somos todos constituídos de forma igual, na nossa base: de átomos e partículas atómicas.
Desta forma, temos que respeitar todos os nossos irmãos, pois interdependemos uns dos outros.

domingo, 1 de março de 2009

Sou o efeito retardado

Mariana, Mariana (ou Uma Sonhadora) muitíssimo Obrigada! :D Não sei como te agradecer! É uma honra receber prémios vindos de uma blogueira que eu mesma sigo e gosto ^^

Tenho desafios em atraso : P
Muahahahahah. Vou pô-los em dia muito brevemente (junta as mãos e diz "excellent" como o Mr. Burns). As vítim-ups..Os Premiados saberão em dias se foram seleccionados!

Das tuas 9,
(1. Costumo ir TODAS as sextas-feiras ao cinema.
2. Adoro matemática, desde sempre.
3. Adoro ir às compras.
4. Tenho paixões platónicas pelo Johhny Depp, James McAvoy e Robert Pattinson.
5. Uso o relógio no pulso direito.
6. Tenho dois piercings na orelha direita.
7. Odeio ir ao médico.
8. A minha roupa é toda de cores vivas, como amarelo ou verde.
9. Adoro representar.),
acho que a 2, a 5 e a 1, são falsas, mas é um tiro mesmo no escuro total x)


Bem, vou indo : P Tenho que jantar e de coisas para amanhã adia(nta)r. O que vale é que a aula das 8:30 é com um Prof que adoro - para além de crânio, é muito piadético e informal connosco, mas estas últimas advêm também muito das nossas aulas de Gramática com a turma de 1º ciclo*.



*No 1º semestre do ano passado, tivemos alunos [do curso] de 1º Ciclo a assistirem às nossas aulas de Gramática da Comunicação, já que esta correspondia à "primeira parte" da Unidade Curricular deles de Gramática da Comunicação e Discurso Pedagógico. Muitos deles, já estavam a tentar fazê-la há uns anos (alguns há mais de 3 anos).Amaciavam as aulas com piadas e exemplos doutros anos em que tinham reprovado; para além de já saberem (parte) dos conteúdos e de nos ajudarem. Tenham noção que, sem vós, o JAC nos tinha dado muitos mais salmões, digo, sermões (como aquele que ele me deu, ao 3X e ao S., na segunda semana de aulas) xD Confio que vão passar à "Cadeira" (este ano, espero)!Thanks, PEB1C!


A Uma Sonhadora de nome Mariana, Muito Obrigada! :)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Sinceridade

Não há nada como nos enganarmos a referir algo ou no referente a quem dizemos tal.
Qual é o mal de alguém ficar a saber o que realmente pensamos dele ou dela, se a nível relacional nunca lhe prometemos nem fingimos nada em contrário? Não se perde um amigo ou amiga, porque essa pessoa não nos era tal, nem ela o perde, pois também não lho éramos.
Não há mal nenhum em, depois de ouvirmos alguma citação desse espectro, explicitarmos os nossos sentimentos perante a verdade: fica-se magoado ou, no mínimo, aborrecido. É preferível que se admita tal do que contrapor ao dito com um "não fico magoada, não levo a mal" ou algo assim, porque - ó-b-vi-o - se ficou (quem não ficaria?) magoado, dado que ninguém gosta de ouvir críticas negativas. Isso só demonstra mais cinismo.
Pelo menos, seria o que faria. Ou então, um "São opiniões." (demonstra que sou directa e, concomitantemente, estou magoada e, em adição, que posso não concordar com o referido).
Mas o cinismo, esse não permite a certas pessoas admitirem e demonstrarem o que pensam, mesmo tendo sido confrontadas com a verdade....
Lição do Dia:
Há males que vêm por bem.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Pinturas de sonhos e da lua

Esta música toca-me, não sei porquê. Apenas porque sim, porque gosto da sonoridade, de um não sei quê que a letra tem.
Como já referi há palavras para mim especiais que possuem significados ou simbolismos muito queridos que, por vezes, sou eu mesma a agregar-lhes.
Sem sentido para outros, apenas para mim. Talvez até de forma tão profunda, interiorizada e inconsciente que não sei os motivos.



Tatuagens
(Mafalda Veiga e Jorge Palma)


Em cada gesto perdido
Tu és igual a mim
Em cada ferida que sara
Escondida do mundo
Eu sou igual a ti

Fazes pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
Pintas o sol da cor da terra
E a lua da cor do mar

Em cada grito da alma
Eu sou igual a ti
De cada vez que um olhar
Te alucina e te prende
Tu és igual a mim

Fazes pinturas de sonhos
Pintas o sol na minha mão
E és mistura de vento e lama
Entre os luares perdidos no chão
Em cada noite sem rumo
Tu és igual a mim
De cada vez que procuro
Preciso um abrigo
Eu sou igual a ti
Faço pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
E pinto a lua da cor da terra
E o sol da cor do mar
Em cada grito afundado
Eu sou igual a ti
De cada vez que a tremura
Desata o desejo
Tu és igual a mim
Faço pinturas de sonhos
E pinto a lua na tua mão
Misturo o vento e a lama
Piso os luares perdidos no chão

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Quando entrar de férias

Responderei e verei todos os blogs das fantásticas pessoas que visitaram e deixaram o seu cunho neste cantinho.
De momento, como desde há dois meses e tal, ando com trabalhos, frequências (aquilo a que se poderá chamar exames em tempo de aulas), entre outros afazeres. Se consigo publicar aqui algo, é entre essas tarefas e mais outras - como o [pouco] tempo que tenho antes dos ensaios do (Fatastiquíssimo e Unicíssimo) Gristo Académico (não percam as nossas actuações que são o máximo, porque nós andamos por aí's :p) - que me deixam cansada.
Ora, eu, cansada, decido que não vou visitar os outros cantinhos, porque algo mal dito é pior do que ficar caladinha no meu sítio (e a linguagem escrita pode ser muito incompreendida, devido à ausência do factor "Prosódia").

Beijinhos e até breves

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Rainy Nights

"Chove lá fora." um dos pensamentos que anda suavemente nos confins do meu pensamento. Não por muito tempo. Pensamento algum permanece muito tempo na luz da minha atenção agora que as minhas memórias se centram em ti.
A chuva lembra-me de ti, a música, os locais, o tempo, os dias, semanas, meses, datas, calendários e agendas também, a minha imagem. A minha fria e cruel pessoa que, por vagos momentos, poderá dar uma diferente imagem, mas que não passada de uma doce e enganadora fachada que inconscientemente tomo como parte do meu eu e não me diz nada, só para ser alguém que não sou, só para enganar os outros. Só para ver se alguém fica a gostar de mim, mesmo que não seja por aquilo que sou.
"Estou bem. Estou sempre bem". Não sei. Não sei se minto ou se digo a verdade. Parece que o passado não andou mais. O presente não é mais a regalia que o seu nome supostamente indica.
Se pudesse voltar atrás no tempo, .... mas não posso. Jamais poderei e isso é que dói. Não fiz o que deveria ter feito e só me resta o arrependimento sem solução. Fui horrível, sou horrível, e vivo com tal facto.
Mas o viver acabou-se quando tua vida findou, quando não mais te pude ver, sentir aqui, tuas lamúrisa, teu soriso, tua cara, teu.... tu.
E, ao invés de me centrar em ti, centro-me em mim (é tão bom revelar o quão egocêntrica sou....) e só me resta dizer que tua falta é muito sentida e que estarás sempre aqui. Quanto mais não seja, quando vir teus traços ao observar-me à frente do espelho, personalidade e acções.
Porque não voltas atrás, Tempo!
"E tudo cada vez mais me lembra de ti...."