segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Porque é que?

Porque é que o ser humano não é como um computador em que se pode trocar os componentes e escolher as funções e programas a funcionar? Não quero estar assim.

Porque é que, quanto mais concentradas as expectativas e sentimentos, mais probabilidade há de as coisas correrem para "o torto"? Já sei que não vale a pena fazer fábulas na minha cabeça, mas o coração não deixa que estas parem; embora ambos saibam que nada vai acontecer.

Porque é que as pessoas teimam no conhecido, mesmo que o desconhecido até possa ser melhor? Não quero seguir os caminhos que outros já seguiram por (quase) obrigação.

Porque é que, quanto mais importante alguma escolha é, menos são as probabilidades de acertar? Às vezes penso que só à segunda é que é.... mas há coisas que não posso mudar, e escolhi mal, mesmo o presente não sendo mau.






N.B.: Odeio ter tempos mortos - salvo seja - em que sei que (quase) toda a gente se está a divertir numa festividade qualquer e Mi está aqui a teimar que a Ré devia apoiar mais a Si*. Mas como tal é possível se até Mi tem Dó da Ré e da Si por terem uma rotura no joelho (até Mi tenho afinal, somos todas eu). Sol é o que se precisa por Fá(vôr)[sim,esta última foi mesmo seca, eu sei]




*Vindo de uma outra alcunha que me chamam.
Achei interessante abreviar essa alcunha.

1 fantasias:

R. disse...

Gostei do textos, e nao foi seco até foi engraçado :D