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sexta-feira, 3 de julho de 2009

Estupidamente Sordidamente Estagnados

Estou de volta, é verdade, estou no considerado período de interrupções lectivas onde, quem os fará, terá exames. Penso eu, que passei a tudo e estou demasiado cansada para ir a melhorias. Também, para quê? Para ir a melhoria a um exame que vai ser corrigido pelo tio de uma prof que se pudesse me reprovava sem justificações? Tenho mais onde gastar o dinheiro!
Sim, a ESE é mesmo assim. E muito mais. Ando mesmo desanimada com isto, porque até noutros contextos nela inseridos me sinto totalmente desmotivada, mas isto já vem de longe, só que começo por renegar e quando me aproximo do meu limite, deixo ainda o fio esticar um pouco mais até este rebentar de vez. O que aconteceu esta quarta.
Do início. Ele é estar uma hora à espera a fazer pouco ou nenhum de útil. Ele são noites nas quais se podia estar num belo de um café com amigos e se escolhe perder - é mesmo este o termo - para estar com pessoas que por acaso até se vêem todas as semanas e outras todos os dias, sendo que se fica a falar como da nossa vidinha degradante (para isso mais vale um amigo porque eles sabem em qual das partes destas pode pegar para fazer uma piada e mudar o espírito todo da coisa). Sim sim, é que adoro não jantar com a minha família para às nove da noite estar num sítio onde 99% do tempo até às dez não vai ser rentabilizado minimamente e sempre era mais cómodo estar sentada num sofá a ver o House ou mesmo no PC a escrever mal da vida dos outros ou a gozar da novela em que me meti (sim, porque é indecente dizer que isto faço é que o digo, sofro de sinceritatis agudis nalgumas situações e não sei pensar-falar, só falar-pensar).
Ah, na melhor das hipóteses (e estou a ser irónica) pode ser que a minha guitarra vá parar às mãos de alguém com quem estou puramente de relações cortadas, e que se diz(em) ser nosso(s) padrinho(s). Pah, se o tudo bem, acredito, aliás, com as nhiquices todas que "fazemos" questão de fazer/dizer, só pode. Mas se eles nos consideram afilhad@s aí já é qualquer coisa diferente.
É mesmo giro estar a dizer isto tudo numa só rabanada. Mas o mais estranho é que já estou calma há imenso tempo quanto a isto tudo, porque começou a gerar-se um puro sentimento de repulsa quando pensava que ia para o raio de um ensaio (é de frisar que adorei faltar, pode ter sido para trabalhar, mas soube mesmo bem, quem me dera que assim continuasse).
Agora, parece que vou ter um café contrariado algures para a semana. Ora vamos ver: segunda, não posso (personal things); terça e quarta, não posso, ando num atelier de Física (btw o Tó "é mesmo fofinho" - Yellow concordo contigo xD). E contrariado porque já não me apetece dar justificações da minha vida a ninguém, já as dei demasiado.
Estou numa fase em que vejo certas coisas como estupidez, porque este ano fui exposta e expus-me em demasia e estou farta de que as pessoas me ouçam a queixar, porque estou farta de dizer que tenho mesmo que sair ou ir a não sei onde.
Há uma coisa que se chama o direito à privacidade. E depois ainda apanho na cabeça e desço na consideração das pessoas por causa de tal? Opah, como já alguém dizia habemmus pena.
Não estou desanimada da vida, apenas está na altura de ser eu a tomar rédeas desta para poder dormir descansada e não acumular até me fartar.
Sim, porque se for preciso, arrepender-me-ei sempre mais de ter desistido do Hip Hop, que foi mais por incompatibilidade de horários que disto, porque está uma palhaçada descomunal e estagnação é um atributo demasiado positivo, porque decomposto já está, só falta mesmo o enterro. Pah, ao menos que acabem com isto já, assim ainda acaba com alguma "glória" porque pode ser que para o ano as figuras ainda sejam piores. Mas o erro que se vê no grupo de danças latinas de SMI vai ser visível noutro local, pressinto-o.

Depois virá um texto mais simpático, espero. Precisava comunicar isto. Para não estranharem o porquê do palavreado contra a ESE. Porque, se forem docentes lá, pode ser que até espancar alunos possam (já faltou mais) que são desculpados por "ser jovens e inexperientes". Se assim são, que não vão dar aulas ao superior, para começar, e, depois, posso copiar nos testes e ser apanhada que começo a usar como argumento que devo ser avaliada na mesma "porque sou jovem e inexperiente e foi com boas intenções que o fiz [passar de ano com boa média é uma boa intenção]" e não podem argumentar nada contra.

É tudo uma palhaçada. E o pior é que já lhes está tão entranhado que não vai desaparecer nem ser dissimulado, porque não conseguem. E dizia-lhes na cara (em parte é o que vou fazer algures durante o tal café que mais me parece um daqueles exames que se tenta responder a uma questão mesmo já sabendo que se reprova à mesma). Só posso dizer que errei, mas vocês também andam muito mal enganados se pensam que andam no éden, é preciso tentar ver da perspectiva de quem está fora.

quarta-feira, 18 de março de 2009




Ai Gristo que me fazes chorar de pura alegria por ser parte de ti ("Onde estiveres eu estou, onde tu fores eu vou, ...., és parte de mim" )! :') Poucas vezes uso smiles e emotes no blog, mas desta vez, todos os recursos são escassos para demonstrar tudo o que sinto Pelo Grupo do meu coração (e da minha sanidade).

Se pudesse, fazia os ensaios durarem o tempo das aulas e as aulas metade do tempo dos ensaios ( ou não, porque até há aulas de que gosto.... e que creio serem bastante úteis para não só os futuros Educadores, mas também para toda a gente no geral).

Era parar de dar vontade de chorar com as mais simples músicas, tarefas que fazemos e brindes ou sermões.


E VIVA OS CALOIROS DE GRISTO. De Traje ou T-shirt, tudo começa por T, o resto não importa, porque ter 1 ou mais matrículas não importa, sendo a única coisa que nos interessa ter em comum o mui mágico, fabulástico e fantabuloso Gristo.
(vai um panado? xD)




Prometo um post educativo para próximo.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Como uma guitarra sem cordas

Deveria estar a trabalhar neste momento. Fora isso que lhes tinha combinado.
Não o estou a fazer. Estou a aprender a tocar guitarra.
Estou a parar de aprender a tocar guitarra.
Estou demasiado concentrada nas palavras que me foram ditas.
A pouca autoridade que tinha, a pouca integridade que tinha, tiraste-ma.
Tiraste-me tudo.












Tão cedo não me falo.


Obrigada, ao menos amanhã não vais lá estar para me estragar o meu dia!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Inscrições, aulas, praxe e confusões

Agradeço imenso (mesmo do fundinho do meu coração) à Chrystiee e à Anónimo (era giro saber o teu nome, pois as pessoas têm o direito de o possuírem e de serem denominadas por tal).
Muito Obrigada!

As minhas aulas, abençoadas sejam, começam para a semana - gosto de horários, de perder contacto com algumas pessoas, do sossego para trabalhar, de trabalho, de estar com as poucas pessoas da escola que ADORO (sois poucas, mas óptimas).

Mas, com as aulas, ou melhor, antes destas, vêm as inscrições, no meu caso, a ausência desta, uma vez que (ainda!) não tenho uma nota - houve uma confusão qualquer que ainda não percebi bem, com um determinado Professor [Coordenador do meu curso] e as outras duas Professoras da disciplina. Agora, surge-me um paradoxo na cabeça: geralmente, os alunos não querem que as notas que acham injustas (nesta disciplina em particular, creio que as notas foram muito mal atribuídas, não me refiro à minha nota apenas, mas no geral) sejam "lançadas" no portal das notas, mas o que mais quero é que o infeliz valor me seja atribuído oficialmente na secretaria da escola, ao invés de um "reprovada por faltas", quando não faltei uma vez que fosse - pois a assiduidade seria um factor de ponderação/atribuição da nota final.
Não, não é por falta de vontade das pessoas da secretaria que ainda não tenho a nota, mas pelo facto do Professor em causa ser irresponsável, incompetente e estar atrasado três meses na rectificação do seu acto - e sempre nos disse para sermos responsáveis, competentes e pontuais!

Eis uma parte das confusões escolares, já que outra faceta destas me remete ao ano praxístico-académico (sim, sou praxista, uma "quase-segundanista"(se é que tal existe)"barra pastrana", graças a isto das inscrições).

Ora, eu sou plenamente contra ser totalmente distante das pessoas que se estão a sentir mal e maltratar as pessoas no geral - mesmo os caloiros -, até porque me senti muitas vezes mal e houve pessoas que deixaram tal de parte (I. e C. Obrigada Obrigada Obrigada!). Mas, logo no primeiro dia, revi-me numa caloira, e até a minha capa caiu ao chão para a ajudar - e apanhei e ainda hoje apanho na cabeça dos meus superiores por tais actos - mas não sinto o mínimo remorso, nenhum mesmo (A. ajudaste-me imenso a perceber isso ontem, e que agi conforme sabia!) - tal como não sinto remorsos de me rir se uma caloira me vê em plena casa de banho com pertences de outras pessoas quase até ao meu pescoço e lhe tenho que dizer que não me pode cumprimentar porque uma superior minha está dentro da casa de banho (audivelmente, na sanita) - eles entendem que nós somos humanos, e que há coisas caricatas -, mas, depois, refiro que a minha superior é "tal tal" ela cumprimenta, e digo que me chamo "S." e cumprimenta-me e "ai de você se se esquece da minha cara e vá-se lá embora" (só cumprimenta depois de fazer as necessidades fisiológicas, lógico). Ela respeitou-me, mesmo tendo um momento de distracção e relax - penso que assim, por mim, está bem.
Apenas quero que se lembrem de mim pelo que sou, e não sou fria e explicitamente má sem motivos aparentes.

Espero que, quando actualizar, tenha melhores notícias e menos confusões, ou, pelo menos, outras confusões, que estas já chateiam de serem sempre o mesmo. Não quero ser a melhor de todos, porque o mundo só é melhor se todos fomos iguais e nos virmos como tal - sem melhores, sem piores, sem intolerância, sem distanciamentos, sem constrangimentos, com muito respeito sem ser necessário impor barreiras.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

A Família

Gostaria que algum dia, algumas pessoas da minha "Escolinha" vissem isto, pois isto é para algumas delas. Sei que já as devo ter desrespeitado muito e desvalorizado ao máximo, sem sequer pestanejar ou pensar nas consequências. Não, não vou pedir desculpas, pois as desculpas não se pedem, evitam-se...- não fosse esta umas das frases que um dos meus antepassados mais me disse até ao momento.
Vós marcais-me de uma maneira que mais ninguém da ESE conseguiu, de vós recebo os sermões que mais ferem, mais magoam cá dentro, e ficam permanentemente a martelar no meu neurónio - se é que o possuo - no entanto, também sois vós quem mais me apoia e me ajuda a ultrapassar tudo, quem sofre com os erros que eu mesma cometo, quem suportou mais choros de
baba e ranho e queixumes que qualquer outras pessoas dentro da Escola (e provavelmente de todo o lado também).
É convosco que passo a maior parte do tempo, das frases mais belas que já ouvi foram ditas por vós - e tenho a referir que ninguém melhor a falar que a grande Pessoa que o Bisavô é -, as maiores discussões e amuos que já tive foram convosco - Tia do meu coração - e é por vós que sinto que devo continuar, sempre em frente e nunca para trás, por vocês tenho que fazer de tudo para melhorar e aproveitar tudo ao máximo. Espero um dia poder usar o Preto para vos poder Honrar e conseguir demonstrar o quão indescritível é este sentimento por Vós - os que estão, os que virão, os que irão, mas estarão sempre no coração.



Um dia, se chegarmos a estar todos do mesmo lado, gostaria de conseguir fazer algo por vós, aquilo que não consegui fazer como caloira.


quinta-feira, 17 de abril de 2008

Alice in Neverland - O Blog

Quando fundei, abri, iniciei o Alice in Neverland, nunca pensei que este fosse alguma vez lido por alguém, quanto mais receber comentários assiduamente.

Nunca pensei que chamassem a este blog de filosófico/"pensador", nunca o pensei em fazer.
Podem só ter passados meses, mas tenho a sensação de que passaram anos, não sei bem porquê, talvez pelo turbilhão de emoções, de vivências e aprendizagens. Talvez porque estive esta semana em estágio e seja bem praxada - de modos que o tempo fica todo ocupado pelos estudos/estágio e "praxes"[aquelas coisinhas fofas e esquisitas que me pedem para fazer].

Diz-se que na Praxe não se agradece. Digo em Praxe "Obrigada". Mas só quando estou verdadeiramente grata e me tocam o coração, porque realmente me sinto obrigada a explicitar o sentimento de gratidão.

Diz-se que na Praxe não se pede desculpa. Digo em Praxe "Desculpe" [aos superiores é "Excelentíssimo Veterano/Doutor...."]. Peço desculpas porque há erros que não consigo evitar ou não consigo deixar de demonstrar o quão arrependida estou de ter cometido um erro.

E tudo isto para Vos dizer que estou muito grata por todo o vosso apoio, por me estarem a ler - alguém que se intitula de Alice in Neverland [um dia direi tudo, mas já disse mais nas entrelinhas do que o que penso] - e que peço desculpas se algum dia magooei algum de vós ou vos desiludi.




Sem vós, não seria o mesmo

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Trajes....

Porque é que os TRAJES são tão CARÕ€$? -.-'
para cima de 100€ é muito dinheiro!!!!

É que nem sequer é bonito nem cómodo