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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Fim? Início? Logo se verá....

vai-se chorar e dizer que se sente falta... ou dizer alegremente "FÉRIAS!!!!"-é mais isso! xD SAUDADES? óbvio. mas também devemos, acima de tudo, sentir o momento com um sorriso e contentamento, sentir a liberdade e o término de mais um ciclo, o iniciar de uma nova etapa, mais um passo na nossa carreira, na nossa vida, num futuro Futuro. ADEUS? depende. se calhar, em certos aspectos, vamos contar que sim. mas, quando se diz adeus a algo, outra coisa virá para nos encher de novo a vida, não em tom de substituição, mas de mudança.


Agora: Básica 07/09 - as memoráveis e insatisfeitas cobaias(se não o fôssemos, arranjávamos outra coisa), foi memorável: os bons e maus momentos, amizades que vieram do nada, mas também "ódios" e quebras de relações, a intensidade com que se viveu o simples-mudanças de avaliações e rebelias-,grupos desfeitos ou perfeitos, a metade de nós pensar em mortes logo na 1º aula do 1º ano, às lágrimas de alegria, nervos, revolta e tristeza, o tão aclamado desemprego para onde supostamente vai TUDO!, porrr terrmos aulas onde dorrmíamos, rrríamos ou contávamos "porrtanto's" do prrrofessorrre, o estágio e excesso de trabalho para os ECTS das UC's, pelas ciências naturais/exactas/sociais/pedagogias e outras que tais/artes e motora,pelos horários-puzzle e turmas que nós entendemos, por mais n coisas más e boas que poderia nomear, mas ficava sem espaço, mas.... por muito "porreirito" que tenha sido, que se a licenciatura fique acabada este ano e um dia "algures" possamos realmente dizer "on my way to the canudo"!


Somos nós, sempre de complicómetro ligado! XD

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Tudo ou nada

Neste momento, escrevo palavras sem sentido que se escrevem a elas mesmas sem eu me aperceber.
Todos temos o direito de errar todos temos o direito de acertar todos vivemos alguns momentos determinados das nossas vidas de forma muito intensa, mas tal não representa necessariamente a sua importância. Damos importância aos momentos que estão repletos de simbolismos podendo ser caracterizados pela sua serenidade ou não. O simbolismo do que os preenche é que nos interessa. É a única coisa nesse onde podemos realmente interferir sem interferir realmente: uma rosa amarela poderá ter o mesmo significado que um simples sorriso ou até mesmo que um carro topo de gama e um castelo aparentemente de conto de fadas.
Dou voltas ao que penso mas nada começa a ter sentido. Está tudo amontoado. E em simultâneo.
Sabem a sensação de estarmos naquela rua mais do que movimentada e populada? A sensação de se parar no meio da rua e todo o resto daquele pequeno mundo continuar em ávida actividade? De parecermos os nossos mesmos espectadores e actores principais? Não controlo os pensamentos mas estes são meus, porém não os consigo organizar e mantê-los nos seus locais, no entanto estes desaparecerão quando eu desaparecer.
Quem e onde és tu? Porque dizem características que referem como tuas se não crês que as tens? Porquê isto, aquilo ou ainda isso? Porque não? Porque sim. Quero dormir! Vai! Não me apetece. Santa preguiça que tens! Eu sei…. Dizes sempre que sabes, mas não sabes nada, os outros sabem muito mais que tu em tudo. C’est vrai. Uhuh, outra vez no armanço, isto está a ser bem encaminhado.
Revivo os momentos nos quais me deixava boiar nas águas da piscina e, se o momento assim proporcionasse, olharia para o tecto repleto de luz do reflexo aquático do sol. Sem sentir calor ou frio aparentes mesmo tendo tido anteriormente noção que a água e o ambiente contrastavam na temperatura. Sinto o tempo parar nestes breves momentos efémeros. Como se toda a minha alma se concentrasse ali, num corpo sem o estar realmente a comandar, sendo ela a protagonista e a única que importa. Mais nada. Mais ninguém. Só ela. Límpida e clara. Leve, leva-me. Acordo, olho o relógio. Acabou o Sonho.
E se agora saltasse para o mundo das Fantasias? Ora, imagino-me com roupas um pouco antigas e um guarda-chuva. Supercalifragilisticexpialidocious digo a tentar ridicularizar o resto das pessoas que vivem de forma dita “quadrada”.
Mas não a viveremos todos? Se calhar no outro lado do mundo alguém pensaria que o meu estilo de vida é desse modo e eu pensarei o mesmo do dele. Ou mesmo o nosso vizinho do lado ou de quarto. É a relatividade dos factos. O único facto anteriormente presente é que vivemos. O resto somos nós que damos juízos relativos. Até para nós mesmos. Passamos de zero a herói num mesmo dia, num ápice, num nano-micro-mini-segundo. Somos e não somos em simultâneo de momento para momento, pois não sabemos qual o resultado final nem no momento. Mas tudo isto que acabo de referir é muito relativo. E incerto. Sem verdade ou falsidade.
As palavras, contudo, jamais poderão traduzir exactamente nem a milésima parte do que poderia ser transmitido. Nem eu.
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Agradeço todos os mimos que me têm dado. Alguns não adicionei ainda ao Slide, mas fa-lo-ei brevemente.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Injustiçada Queixosa

Está frio. Tenho sono. Estou à espera que os outros façam o que não fizeram. Quero tanto ir para a cama. Estou farta da Escola. Estou farta do meu curso. E a minha família só me chateou desde que cheguei. E tenho probabilidade de reprovar a várias disciplinas. E ainda não li nada para Literatura. E isto e aquilo.
E queixo-me. Vezes e vezes sem conta quando mais de metade nem tem razão de ser queixa.
Ok. Está frio, posso vestir uma roupa, pôr uma manta ou até ligar o ventilador.
Tenho sono, sim, e quero-me deitar, mas os meus colegas (trabalhos dos quais espero receber em breve) estão a fazer aquilo que não tiveram mesmo tempo para fazr por causa de erros que também eu cometi.
Estou farta de ESE e do meu curso, verdade mais que absoluta - no reino do Cinismo e suas Bestas (que não são os pobres Caloirinhos, depreenda-se), fui calhar num curso que só me dá um panorama: Desemprego, com o factor Falta de Competências à frente (sim sim, o meu curso com o mestrado jamais será tão bom como os antigos, não há preparação e falta abordar conteúdos muito importantes.
A minha família só me chateou, mas eu também cheguei as umas ricas horas a casa e no belo de um estado. E sei que, mesmo que a estrutura do meu núcleo familiar não seja mais usual, somos uma família onde gostamos umas das outras.
Tenho probabilidade de reprovar a certas disciplinas, mas isso há sempre! E se não li aqueles livros horríveis para Literatura, o melhor é procurar resumos!
Por muito que possa não gostar de como a minha vida está neste momento, não posso culpar quem e o que me rodeia por isso....

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

No more fashion, please....

Estamos claramente numa sociedade de consumismos e aparências - mais cliché que esta frase, para descrever os dias de hoje, não há -, até eu sou claramente parte dessa população.

Mas, há limites para tudo.... de há uns dias para cá que tenho notado que os blogs sobre moda não se multiplicaram como coelhos, mas mais como bactérias - a uma velocidade impressionante e exponencialmente.

Sim, já compreendi que há e sempre haverá moda - aliás, fui eu que, outrora até queria ser estilista - maaaas, não é necessário estarem sempre sobre isso, porque, se eu quiser usar uma saia comprida com um camisolão antigo, quem é que me vai proibir? Quem tem o direito de dizer É feio!, dado que se anda sempre a dizer que há uma liberalização e liberdade na moda hoje em dia como nunca houve antes? Vamos lá ver.... se quisesse pagar na mesma moeda até diria xpto, mas, por mim, podem vestir o que bem vos apetecer. Nem se me aquece nem se me arrefece, porque são os vossos gostos.

Mas há limites.... a moda é simplesmente a moda, não é preciso estarem a comparar tudo e mais algo de roupa e seus preços e nem falarem das roupas sem marca. Lembro-me muito bem de umas camisolas que havia no Continente que tinham ar oriental, mas que não comprei na altura, e nunca mais as vi. Não eram de marca, mas ficaram-me até hoje na minha memória - e já lá vão uns aninhos.

Sabem, houve tempos em que, para se ir para a escola, usavam-se fardas/uniformes e, para a faculdade, o mais normal era estar-se trajado.... às vezes tenho saudades desses tempos que nunca vivi e adorava ter vivido.

Havia mais com que nos preocuparmos do que com a roupa. Simples roupa, e nada mais do que panos.
Havia opressão, ditadura, pobreza explícita (mais do que hoje em dia), e mais simplicidade por parte das camadas baixas e médias; um uniforme deve sê-lo com margem para personificações (por exemplo, espaço para a criança colocar uma estampa ou coisa assim), como o as batas o são, por exemplo.

Ao menos há as lojas dos chineses com coisas baratas e que parecem de loja de marca!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Inscrições, aulas, praxe e confusões

Agradeço imenso (mesmo do fundinho do meu coração) à Chrystiee e à Anónimo (era giro saber o teu nome, pois as pessoas têm o direito de o possuírem e de serem denominadas por tal).
Muito Obrigada!

As minhas aulas, abençoadas sejam, começam para a semana - gosto de horários, de perder contacto com algumas pessoas, do sossego para trabalhar, de trabalho, de estar com as poucas pessoas da escola que ADORO (sois poucas, mas óptimas).

Mas, com as aulas, ou melhor, antes destas, vêm as inscrições, no meu caso, a ausência desta, uma vez que (ainda!) não tenho uma nota - houve uma confusão qualquer que ainda não percebi bem, com um determinado Professor [Coordenador do meu curso] e as outras duas Professoras da disciplina. Agora, surge-me um paradoxo na cabeça: geralmente, os alunos não querem que as notas que acham injustas (nesta disciplina em particular, creio que as notas foram muito mal atribuídas, não me refiro à minha nota apenas, mas no geral) sejam "lançadas" no portal das notas, mas o que mais quero é que o infeliz valor me seja atribuído oficialmente na secretaria da escola, ao invés de um "reprovada por faltas", quando não faltei uma vez que fosse - pois a assiduidade seria um factor de ponderação/atribuição da nota final.
Não, não é por falta de vontade das pessoas da secretaria que ainda não tenho a nota, mas pelo facto do Professor em causa ser irresponsável, incompetente e estar atrasado três meses na rectificação do seu acto - e sempre nos disse para sermos responsáveis, competentes e pontuais!

Eis uma parte das confusões escolares, já que outra faceta destas me remete ao ano praxístico-académico (sim, sou praxista, uma "quase-segundanista"(se é que tal existe)"barra pastrana", graças a isto das inscrições).

Ora, eu sou plenamente contra ser totalmente distante das pessoas que se estão a sentir mal e maltratar as pessoas no geral - mesmo os caloiros -, até porque me senti muitas vezes mal e houve pessoas que deixaram tal de parte (I. e C. Obrigada Obrigada Obrigada!). Mas, logo no primeiro dia, revi-me numa caloira, e até a minha capa caiu ao chão para a ajudar - e apanhei e ainda hoje apanho na cabeça dos meus superiores por tais actos - mas não sinto o mínimo remorso, nenhum mesmo (A. ajudaste-me imenso a perceber isso ontem, e que agi conforme sabia!) - tal como não sinto remorsos de me rir se uma caloira me vê em plena casa de banho com pertences de outras pessoas quase até ao meu pescoço e lhe tenho que dizer que não me pode cumprimentar porque uma superior minha está dentro da casa de banho (audivelmente, na sanita) - eles entendem que nós somos humanos, e que há coisas caricatas -, mas, depois, refiro que a minha superior é "tal tal" ela cumprimenta, e digo que me chamo "S." e cumprimenta-me e "ai de você se se esquece da minha cara e vá-se lá embora" (só cumprimenta depois de fazer as necessidades fisiológicas, lógico). Ela respeitou-me, mesmo tendo um momento de distracção e relax - penso que assim, por mim, está bem.
Apenas quero que se lembrem de mim pelo que sou, e não sou fria e explicitamente má sem motivos aparentes.

Espero que, quando actualizar, tenha melhores notícias e menos confusões, ou, pelo menos, outras confusões, que estas já chateiam de serem sempre o mesmo. Não quero ser a melhor de todos, porque o mundo só é melhor se todos fomos iguais e nos virmos como tal - sem melhores, sem piores, sem intolerância, sem distanciamentos, sem constrangimentos, com muito respeito sem ser necessário impor barreiras.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Violência

Venho, por este meio, partilhar algumas das minhas opiniões em relação à violência.

Actualmente, este é um assunto em voga. Possivelmente, seria mais correcto dizer "na moda", pois, por exemplo, há uns tempos era a Maddie, antes a Função Pública e Urgências dos hospitais, a Casa Pia e o Processo Bolonha, entre outros, os temas que foram explorados até à sua exaustão, não trazendo nenhuma solução 100% correcta (digamos que ainda creio que aplicaram Bolonha australopitecamente, estando agora muita gente sem possibilidade de concluir os mestrados dos seus cursos, por ainda não terem sido aprovados, mas não podendo exercer a profissão pretendida, pois a licenciatura já não dá tal grau, et cacetera) .
Digam lá: no ano passado podíamos andar por aí sem haver perigo algum de se ser roubado, ou pior, morto? Aliás, não sei se sabem, mas um dos locais mais propicios a haver casos de violência é dentro dos próprios lares, ou melhor, casas; sim, em Portugal, ainda existe violência doméstica, e não diminuiu (no primeiro semestre do passado ano houve 4330 casos de apoio e no mesmo período deste ano 4699). No entanto, este aumento pode não ser significativo, pois são resultados parciais e semestrais, sendo que, no total anual, podem vir a ser menos que em 2007.
Para ser mais explícita, acredito que a violência não aumentou assim tão drasticamente como a imprensa e os políticos o fazem crer, pois esta sempre existiu - infelizmente, talvez sempre existirá -, mas onde ainda continua com níveis mais preocupantes nem é no exterior, mas sim dentro dos supostos lares, que, ao invés da sua definição, não são seguros, sendo, por isso, casas, manchadas pela violência doméstica - um dos tipos de violência que gera mais violência, intra e extra casa.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

O que nos distingue....

Ao invés de pensarmos que somos um grão de areia, num imenso e vasto areal, que está prestes a ser empurrado pelo mar, devemos antes crer que não somos como as areias, pois, contrariamente a estas, podemos actuar sobre o que nos rodeia - tal como todos os seres vivos.
Para além de tal facto, temos umas características que nos distinguem dos restantes seres: a vontade e a capacidade de agirmos, dentro de uma liberdade mais ou menos delimitada.
O porquê destas nos distinguirem? Por exemplo, já se viu uma flor a mudar de local porque não lhe apetece estar onde se encontra? Ou então um leão não ir caçar porque não lhe apetece, embora o seu instinto lhe diga o contrário? Duvido.... embora não diga que seja impossível.

(a continuar)